PCPR prende vereador envolvido em fraudes
contra a Copel e Sanepar
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, na manhã
desta quarta-feira (28), mandados judiciais contra um vereador da cidade de
Altônia, Noroeste do Paraná. O homem é suspeito de envolvimento em fraudes
contra a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), a Companhia de
Saneamento do Paraná (Sanepar) e a empresa de telefonia Tim.
O vereador foi preso em sua residência, situada no bairro Jardim Horizonte, em Altônia. A busca feita no local resultou na apreensão de uma agenda de anotações e telefone celular – que serão utilizados como objetos de investigação. Também foi cumprida ordem judicial de bloqueio de conta bancária e bens do suspeito.
A ação aconteceu em desdobramento da operação deflagrada pela PCPR na terça-feira (27), a qual resultou na prisão de dois advogados e na apreensão de diversos documentos, bem como bloqueio de contas bancárias e demais bens.
Após ouvir 20 testemunhas, a PCPR chegou ao nome do vereador e descobriu que ele era responsável por recrutar pessoas e aliciá-las para ajuizar ações contra as empresas, alegando que era possível ganhar dinheiro com o sucesso da ação. Todas as pessoas ouvidas afirmaram que foram procuradas por ele.
O vereador foi indiciado por associação criminosa, falsidade ideológica, apropriação indébita e estelionato. Ele encontra-se detido à disposição da Justiça.
(o vereador citado na reportagem nega o envolvimento e que vai provar sua inocência junto a justiça.
O vereador foi preso em sua residência, situada no bairro Jardim Horizonte, em Altônia. A busca feita no local resultou na apreensão de uma agenda de anotações e telefone celular – que serão utilizados como objetos de investigação. Também foi cumprida ordem judicial de bloqueio de conta bancária e bens do suspeito.
A ação aconteceu em desdobramento da operação deflagrada pela PCPR na terça-feira (27), a qual resultou na prisão de dois advogados e na apreensão de diversos documentos, bem como bloqueio de contas bancárias e demais bens.
Após ouvir 20 testemunhas, a PCPR chegou ao nome do vereador e descobriu que ele era responsável por recrutar pessoas e aliciá-las para ajuizar ações contra as empresas, alegando que era possível ganhar dinheiro com o sucesso da ação. Todas as pessoas ouvidas afirmaram que foram procuradas por ele.
O vereador foi indiciado por associação criminosa, falsidade ideológica, apropriação indébita e estelionato. Ele encontra-se detido à disposição da Justiça.
(o vereador citado na reportagem nega o envolvimento e que vai provar sua inocência junto a justiça.
Fonte-http://www.policiacivil.pr.gov.br/
POLICIA CIVIL DO PR prende advogados
envolvidos em fraudes contra Copel e Sanepar
A Polícia Civil do Paraná (PCPR)
deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), uma operação com o objetivo de
cumprir mandados judiciais em endereços ligados a dois advogados e uma auxiliar
de escritório, suspeitos de associarem-se com o intuito de ajuizar ações
fraudulentas contra a Companhia Paranaense de Energia (Copel), Companhia de
Saneamento do Paraná (Sanepar) e a empresa de telefonia Tim. O trio atuava na
cidade de Altônia, situada na região Noroeste do Paraná.
Os advogados alvos da ação foram presos temporariamente em cumprimento a mandados judiciais. As prisões e buscas em endereços relacionados aos suspeitos aconteceram no Centro de Altônia e no Jardim Alphaville.
Nos locais foram apreendidos diversos documentos, computadores, celulares e pendrives – que serão utilizados como objeto de investigação no decorrer das diligências. Além disso, em cumprimento a ordem judicial, os investigados tiveram o bloqueio de bens materiais, entre estes nove carros e uma lancha.
De acordo com as investigações, os indivíduos moviam diversas ações indenizatórias de forma fraudulenta em nome de terceiros, que muitas vezes nem chegavam a ter conhecimento que estavam envolvidos nesses processos. Em outras, os advogados tentavam induzir pessoas a propor ação contra as empresas.
Conforme apurado, dos aproximados 3,8 mil processos ativos, sobrestados e arquivados contra as empresas de energia elétrica, água e telefonia, 95% foram ajuizados pelos investigados.
As investigações continuam com o intuito de intimar e ouvir pessoas envolvidas direta ou indiretamente com o esquema fraudulento.
Os advogados encontram-se detidos à disposição da Justiça.
Os advogados alvos da ação foram presos temporariamente em cumprimento a mandados judiciais. As prisões e buscas em endereços relacionados aos suspeitos aconteceram no Centro de Altônia e no Jardim Alphaville.
Nos locais foram apreendidos diversos documentos, computadores, celulares e pendrives – que serão utilizados como objeto de investigação no decorrer das diligências. Além disso, em cumprimento a ordem judicial, os investigados tiveram o bloqueio de bens materiais, entre estes nove carros e uma lancha.
De acordo com as investigações, os indivíduos moviam diversas ações indenizatórias de forma fraudulenta em nome de terceiros, que muitas vezes nem chegavam a ter conhecimento que estavam envolvidos nesses processos. Em outras, os advogados tentavam induzir pessoas a propor ação contra as empresas.
Conforme apurado, dos aproximados 3,8 mil processos ativos, sobrestados e arquivados contra as empresas de energia elétrica, água e telefonia, 95% foram ajuizados pelos investigados.
As investigações continuam com o intuito de intimar e ouvir pessoas envolvidas direta ou indiretamente com o esquema fraudulento.
Os advogados encontram-se detidos à disposição da Justiça.
os envolvidos falaram através de
um familiar que são inocentes e que vão provar suas inocências na justiça.
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